As mentiras do Apocalipse Protestante! 

144 mil que não se contaminaram com “MULHERES”.

144 mil que não se contaminaram com “MULHERES”.

“Eu vi ainda: o Cordeiro estava de pé no monte Sião, e perto dele cento e quarenta e quatro mil pessoas que traziam escritos na fronte o nome dele e o nome de seu Pai [...]. Ninguém podia aprender este cântico, a não ser aqueles cento e quarenta e quatro mil que foram resgatados da terra. Estes são os que não se contaminaram com mulheres, pois são virgens. São eles que acompanham o Cordeiro por onde quer que vá; foram resgatados dentre os homens, como primícias oferecidas a Deus e ao Cordeiro” (Apocalipse, Capítulo XIV, Versos I ao IV)

Quem são os cento e quarenta e quatro mil virgens que não se contaminaram com as mulheres? Caros Leitores, claramente, lendo esse texto, nos vêm à mente, cento e quarenta e quatro mil homens “CELIBATÁRIOS”; ou seja, um texto claro, simples e objetivo, no qual, defende a doutrina da Santa Igreja Católica a respeito do celibato sacerdotal. Porém, nesse momento, eu acabarei sendo uma espécie de: “advogado do diabo”, pois, infelizmente, esse texto não tem nada a ver com celibato. Observem que o texto fala a respeito de: “CONTAMINAÇÃO” e “MULHERES” no plural. Também o texto se refere aos cento e quarenta e quatro mil virgens que foram resgatados da “TERRA”. O termo “TERRA”, todos nós já sabemos o seu significado, corresponde ao “REINO DE ISRAEL”. Eu sei que tudo isso está um pouco confuso, mas, eu quero que o leitor perceba que, “SEXO” não é algo impuro aos olhos de Deus, assim como as “MULHERES”. O sexo só se torna algo impuro, quando ele é feito fora dos laços matrimoniais, e, assim, se torna um caso de adultério, ou, fornicação. Um padre celibatário, dentro da Santa Igreja Católica, tem todo o direito de abandonar suas funções sacerdotais, e, casar-se com uma santa mulher, e mesmo assim, nunca deixará de ser padre. Por todos esses motivos, conseguimos compreender perfeitamente que, o texto não se refere ao celibato, pois – “SEXO” e “MULHER” –, fazem parte da criação Divina.

Mas, o que o texto sugere? Para entendermos esse texto e compreendemos a mensagem que ele quer nos transmitir, primeiramente, devemos ter o conhecimento da história de Israel. Observem esse texto:

Entretanto a cabeça de Efraim será Samaria, e a cabeça de Samaria o filho de Remalias; se não o crerdes, certamente não haveis de permanecer” (Isaías, Capítulo VII, Verso IX)

Esse texto por mim mencionado se refere a “SAMARIA”. O que Samaria tem a ver com o apocalipse? A Resposta é simples: TUDO. Vamos entender melhor a história de Israel.

Uma breve história dos hebreus.

“Pelo que o Senhor se indignou contra Salomão; porquanto desviara o seu coração do Senhor Deus de Israel, [...], certamente rasgarei de ti este reino (Sul), e o darei a teu servo. Todavia nos teus dias não o farei, por amor de Davi, [...]; Porém todo o reino não rasgarei (Norte); uma tribo darei a teu filho, por amor de meu servo Davi, e por amor a Jerusalém, que tenho escolhido” (I Livro de Reis, Capítulo XI, Versos IX ao XIII)

É neste cenário que se inicia esse artigo, pois, dentro do território de Israel, encontramos um antes, e, um depois da divisão dos dois reinos (Sul e Norte). Tudo se inicia com a promessa de Deus feita ao pai Abraão: “E tomou Abrão a Sarai, sua mulher, e a Ló, filho de seu irmão, e todos os bens que haviam adquirido, e as almas que lhe acresceram em Harã; e saíram para irem à terra de Canaã; [...]. E apareceu o Senhor a Abrão, e disse: À tua descendência darei esta terra. E edificou ali um altar ao Senhor, que lhe aparecera”. (Gênesis 12, 5-7). A promessa feita para Abraão se cumpriu segundo os desígnios de Deus, da forma como fora narrado nas Escrituras Sagradas até o momento em que, seus desentendes partiram para a terra do Egito depois da grande fome em Israel. Fome que sobreveio em Israel nos tempos de Jacó: “E a fome era gravíssima na terra”. (Gênesis 43, 1). A vida dos hebreus dentro da terra do Egito, a princípio, não teve um impacto negativo, pois, nesta terra, existia José, homem sábio, hebreu, descendente de Abraão, filho de Jacó que foi vendido pelos irmãos como escravo para os ismaelitas, que por sua vez, o vendeu para os egípcios. Depois de uma passagem adversa, José conquista a confiança do Faraó, e, nos tempos da fome em Israel, protegeu toda a sua família dentro da terra do Egito.

Sucedeu-se que, José veio a morrer, seu nome não era mais lembrado dentro da terra do Egito, e, sobreveio sobre o povo hebreu, o impacto negativo da história. Depois da morte de José, assim como fora profetizado, o povo hebreu viveu como escravo na terra do Egito durante quatrocentos anos... “Faleceu José, e todos os seus irmãos, e toda aquela geração. E os filhos de Israel frutificaram, [...]. E levantou-se um novo rei sobre o Egito, que não conhecera a José; O qual disse ao seu povo: Eis que o povo dos filhos de Israel é muito, e mais poderoso do que nós. Eia, usemos de sabedoria para com eles, para que não se multipliquem, e aconteça que, vindo guerra, eles também se ajuntem com os nossos inimigos, e pelejem contra nós, e subam da terra” (Êxodo 1, 6-10). Deus envia ao povo hebreu um libertador, ele não era o Messias, mas esse ilustre homem de Deus retirou Israel da escravidão. Seu nome era Moisés, sua missão era levar o povo hebreu de volta para a terra, no qual, Deus prometerá para o seu servo Abraão. E assim aconteceu da forma com que fora narrado dentro das Escrituras Sagradas. Moisés não entrou na terra prometidas, porém, determinou Josué, filho de Nave, que conquistasse novamente a terra que Deus prometerá ao pai Abraão e seus descendentes. “Conquistou, pois, Josué toda a terra, como o Senhor tinha dito a Moisés, e deu-a em herança a Israel, repartindo-a segundo suas tribos. E a terra repousou da guerra” (Josué 11, 23). Depois que esse ilustre comandante conquistou toda a terra [1] segundo os propósitos de Deus, os doze filhos de Jacó deram origem as doze tribos de Israel [2] e formaram uma só nação.

Muitas coisas ocorreram em Israel depois desta extraordinária conquista; a terra de Israel passou por diversos momentos, no qual, nem todos foram agradáveis aos olhos de Deus. Por séculos a terra de Israel ficou sem um líder, não havia entre o povo alguém que colocasse os hebreus novamente no caminho reto da salvação. Esse fora chamado: o tempo dos juízes. Posteriormente, o povo clamou a Deus por um rei, mas, para infelicidade da nação, esse rei se apostatou, e, assim, o rei Saul deixou como legado toda a sua infâmia contra Davi servo de Deus que viria sucedê-lo no reinado de Israel.   Davi se demonstrou misericordioso e honrado, caiu e se levantou por diversas vezes, fez o certo e o errado, mas, Deus sempre esteve ao seu lado. Davi teve um filho com Bate Seba, por nome de Salomão que o sucedeu no trono de Israel, e, justamente esse filho, dotado de sabedoria, construtor do Templo de Jerusalém, caiu em apostasia no final da sua vida dando início ao cisma na terra de Israel. O cisma dividiu a terra em dois reinos: o reino do sul e o reino do norte. Chegamos agora ao ponto narrado no início desse artigo.     

Com a divisão do reino, Israel passou a ter duas casas, duas capitais e dois reis. De um lado o reino dos Sul, formado pelas tribos de Judá e Benjamin sendo sua capital Jerusalém. Do outro lado o reino do Norte, formado pelas dez tribos restantes sendo a sua capital Samaria. A partir desse momento, inicia-se a história de duas “MULHERES” dentro do mesmo reino, uma acolhida por Deus e a outra rejeitada por Deus. Essas duas mulheres possuem um papel relevante na história de Israel, pois, tanto a acolhida como a rejeitada se prostituíram com deuses estrangeiros atraindo para toda a “TERRA” de Israel a cólera do Senhor. Vários reis exerceram o seu poder sobre os dois reinos, que, até então, a rivalidade disseminava constantes aflições entre as tribos.

Falando sobre a origem de Samaria, esta cidade, capital do reino do Norte, a sua prostituição começou de fato, no momento em que, Sargom, rei da Assíria, tomou a cidade de Samaria e desnacionalizou aquela região. Sargom levou muitos Israelitas cativos, e, trouxe para Samaria uma colônia estrangeira. Dessa forma, Samaria perdeu totalmente a sua identidade cultural, política e religiosa. Daquele momento em diante, Samaria adotou o culto aos deuses estrangeiros e abominou a terra de Israel:

“Assim andaram os filhos de Israel em todos os pecados [...]; Até que o Senhor tirou a Israel de diante da sua presença, [...]; assim foi Israel expulso da sua terra à Assíria até ao dia de hoje. E o rei da Assíria trouxe gente de Babilônia, [...], e a fez habitar nas cidades de Samaria, em lugar dos filhos de Israel; e eles tomaram a Samaria em herança, e habitaram nas suas cidades” (II Reis, Capítulo XVII, Versos XXII ao XXIV)

Jerusalém – como já foi explicado aqui e em outros artigos – foi àquela cidade escolhida por Deus depois do cisma em Israel. Samaria e o resto das dez tribos foram execrados por conta de suas prostituições. Nesse sentido, Jerusalém, capital do reino do Sul, mesmo sendo a cidade escolhida por Deus, não ficou atrás de Samaria quanto suas abominações, do mesmo modo, ela prostituiu-se com os deuses estrangeiros tornando-se a mãe das abominações de toda “TERRA”:

“Portanto assim diz o Senhor dos Exércitos acerca dos profetas: Eis que lhes darei a comer losna, e lhes farei beber águas de fel; porque dos profetas de Jerusalém saiu a contaminação sobre toda a terra (Jeremias, Capítulo XXIII, Versos XV)

Duas cidades de um mesmo reino dividido, uma execrada e a outra acolhida. Os profetas tratavam Samaria e Jerusalém como duas “MULHERES IRMÃS", sendo que, as duas mulheres se perderam com as prostituições: “Disse mais o Senhor nos dias do rei Josias: Viste o que fez a rebelde Israel? Ela foi a todo o monte alto, e debaixo de toda a árvore verde, e ali andou prostituindo-se. E eu disse: Depois que fizer tudo isto, voltará para mim; mas não voltou; e viu isto a sua aleivosa irmã Judá. E vi que, por causa de tudo isto, por ter cometido adultério a rebelde Israel, a despedi, e lhe dei a sua carta de divórcio, que a aleivosa Judá, sua irmã, não temeu; mas se foi e também ela mesma se prostituiu. E sucedeu que pela fama da sua prostituição, contaminou a terra; porque adulterou com a pedra e com a madeira. E, contudo, apesar de tudo isso a sua aleivosa irmã Judá não voltou para mim de todo o seu coração, mas falsamente, diz o Senhor. E o Senhor me disse: Já a rebelde Israel mostrou-se mais justa do que a aleivosa Judá” (Jeremias 3, 6-11).

Nas Sagradas Escrituras, o profeta Ezequiel faz uma metáfora sobre Samaria e Jerusalém, contando a história do seu nascimento, separação e prostituição.

As duas mulheres, irmãs que se prostituíram:

“Veio mais a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Filho do homem houve duas mulheres, filhas de uma mesma mãe. Estas se prostituíram no Egito; prostituíram-se na sua mocidade; ali foram apertados os seus seios, e ali foram apalpados os seios da sua virgindade. E os seus nomes eram: Aolá, a mais velha, e Aolibá, sua irmã; e foram minhas, e tiveram filhos e filhas; e, quanto aos seus nomes, Samaria é Aolá, e Jerusalém é Aolibá (Ezequiel, Capítulo XXIII, Versos I ao IV)

As duas irmãs julgadas e condenadas:

“Disse-me ainda o Senhor: Filho do homem, porventura julgarás tu a Aolá (Jerusalém) e a Aolibá (Samaria)? Mostra-lhes, pois, as suas abominações. Porque adulteraram, e sangue se acha nas suas mãos, e com os seus ídolos adulteraram, e até os seus filhos, que de mim geraram, fizeram passar pelo fogo, para os consumir [...]. O castigo da vossa perversidade eles farão recair sobre vós, e levareis os pecados dos vossos ídolos; e sabereis que eu sou o Senhor DEUS” (Ezequiel, Capítulo XXIII, Versos XXXVI ao XLIX)

Duas cidades, irmãs, julgadas e condenadas por causa de suas prostituições. Jerusalém resgatada por Deus, e, Samaria execrada. Estas duas cidades contaminaram toda a “TERRA” de Israel com as suas abominações.

A ‘TERRA’ está contaminada pelos seus habitantes, porque desobedeceram às leis, violaram os decretos e quebraram a aliança eterna. [...]. Por isso os habitantes da terra são consumidos pelo fogo, ao ponto de sobrarem pouquíssimos [...]. A cidade foi deixada em ruínas, sua porta feita em pedaços. Assim será na terra, entre as nações, como quando se usa a vara na oliveira ou se buscam os restos das uvas após a colheita [...]. O Deus de Israel. Desde os confins da terra ouvimos cantarem: Glória seja dada ao Justo! Mas eu disse: Que desgraça! Que desgraça! Ai de mim! Os traidores traem! Os traidores agem traiçoeiramente! Pavor, cova e laço o aguardam, ó habitantes da terra! [...]. A lua ficará humilhada, e o sol, envergonhado; pois o Senhor dos Exércitos reinará no monte Sião e em Jerusalém, glorioso na presença dos seus líderes!” (Isaías, Capítulo XXIV, Versos V ao XXIII)

“A mulher estava vestida de púrpura e escarlate, adornada de ouro, pedras preciosas e pérolas. Tinha na mão uma taça de ouro, cheia de abominação e de imundície de sua prostituição. Na sua fronte estava escrito um nome simbólico: Babilônia, a Grande, a mãe da prostituição e das abominações da terra (Apocalipse, Capítulo XVI, Versos IV e V)

Samaria, a cidade execrada, capital do reino do norte formada pelas dez tribos restantes, por muito tempo perdeu sua notoriedade dentro da terra Israel, e assim, passou a ser desprezada pelo reino do sul tendo por capital Jerusalém. Samaria só voltaria a ter novamente notoriedade no Novo Testamento quando, Jesus Cristo vai até Samaria e se encontra com a mulher (samaritana) no poço de Jacó. Jerusalém, a cidade escolhida pelo amor que Deus tinha por Davi, seu servo, porém, decaída em meio de suas prostituições. Ao lado de sua irmã Samaria, contaminou toda a terra de Israel. Contrapondo Samaria, Jerusalém, a cidade escolhida por Deus – até a vinda do Messias –, constantemente Deus enviou-a: santos e profetas na tentativa de resgatar o seu povo para o caminho reto da salvação. Infelizmente, ao invés de Jerusalém seguir os oráculos proferidos pelos profetas enviados por Deus, Jerusalém, a cidade amada, grande entre as nações (Lamentações 1, 1), continuou se desviando do caminho reto da salvação e acumulou sobre suas abominações, outros crimes inaceitáveis aos olhos de Deus. Jerusalém, a cidade amada, se tornou assassina dos profetas: “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste!” (Mateus 23, 37). O julgamento de Jerusalém quanto aos seus crimes foi ainda maior do que Samaria a cidade execrada, pois, Jerusalém foi acolhida e se tornou a cidade amada, no qual, deveria ser exemplo para toda a terra de Israel. Mas isso não ocorreu como esperado, poucos remanescentes permaneceram fieis ao Deus de Abraão até a vinda do Messias.

A respeito destas duas cidades, irmãs adúlteras, prostitutas, que contaminaram toda a terra de Israel; João Evangelista, filho de Zebedeu, o discípulo amado escreve no livro da revelação:

“E cantavam um como cântico novo diante do trono, e diante dos quatro animais e dos anciãos; e ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra. Estes são os que não estão contaminados com mulheres; porque são virgens. Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vá. Estes são os que dentre os homens foram comprados como primícias para Deus e para o Cordeiro” (Apocalipse, Capítulo XIV, Versos III e IV)

Esse texto refere-se às duas cidades irmãs (Jerusalém e Samaria), tratadas como mulheres adúlteras que se prostituíram e contaminaram toda a terra de Israel atraindo para o reino, a cólera de Deus. Por esse motivo, o texto está no plural. Não devemos nesse momento tentar descobrir o significado de cento e quarenta e quatro mil, esse é um assunto para outro tipo de exegese. Nesse momento, devemos obter o entendimento que, destas duas cidades, alguns remanescentes foram resgatados e não se contaminaram com as abominações e os crimes cometidos pelas mesmas.

Conclusão: O reino de Israel foi formado por doze tribos, senda elas, os filhos de Jacó. Depois da apostasia de Salomão, filho de Davi, o reino foi dividido em dois reinos, duas capitais, simbolizadas por duas “MULHERES”: Samaria e Jerusalém. As duas mulheres se prostituíram com deuses estrangeiros, atraindo para todo o reino, o castigo Divino por causa de suas abominações, porém, Samaria foi execrada do amor Divino, e, Jerusalém, pela promessa feita ao Rei Davi, continuou sendo conhecida como a cidade amada por Deus. Jerusalém, não andou no caminho reto da salvação, mesmo Deus proliferando a cidade com seus oráculos através de seus profetas enviados. Como se não bastasse, a cidade escolhida dentro do reino assassinou seus profetas e crucificou o seu próprio “MESSIAS”. Os cento e quarenta e quatro mil virgens – número enigmático segundo numerologia judaica –, foram os Israelitas, no qual, aderiram ao Cristianismo e receberam Jesus Cristo como seu Deus e Salvador.  

Notas:

1 Segundo a concordância strong’s, 1093, nesse caso, o termo (GÉ) é empregado como território.

2 Jacó teve seu nome mudado para Israel que significa: Aquele que luta com Deus.

Autor: Cris Macabeus.

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