As mentiras do Apocalipse Protestante! 

Lutero, o devoto de Maria.

Lutero, o devoto de Maria.

Esse artigo é totalmente dedicado aos seguidores de Lutero, quantos protestantes usam o nome de Lutero para justificar as suas heresias, mentiras e falsos testemunhos, contra a única Igreja de Jesus Cristo? Perseguem os Santos, Virgem Maria, Imagens, o Santos Padre etc. Como se não bastasse, criam doutrinas satânicas, adulteram a Bíblia Sagrada e se dividem como se a Igreja de Jesus Cristo fosse um corpo místico mutilado e desunido.

Mas será que eles seguem mesmo Lutero? Ou será que Lutero é apenas um bode expiatório para suas heresias? Pois bem meus irmãos, eu já mostrei em meu primeiro artigo que Lutero jamais acusou o Santo Padre de ter dado ordens para que se vendessem indulgências (Absolvições), muito pelo contrario, Lutero isenta o Santo Padre de qualquer culpa a respeito disso, mas o protestantismo fez o seu papel maligno de criar as fábulas sobre indulgências, o mesmo se fez com a inquisição.

Nesse artigo eu irei mostrar que Lutero era devoto de Maria, jamais pregou qualquer coisa contra a Bem Aventurada, nunca negou a sua intercessão; ai fica a pergunta: por que os protestantes não seguem o criador do protestantismo? Já que usam o seu nome para se justificar, então use toda a sua ideologia; seria o mais coerente. 

Prestem atenção como o protestantismo de hoje em dia não tem nada a ver com Lutero; ele era alcoólatra, fornicador, adúltero e esquizofrênico, mas não cometeria o erro de perseguir a Mãe de Deus como fazem hoje os filhos da serpente. Eu mesmo sendo um critico de Lutero, tenho que reconhecer que se ele estivesse vivo hoje, estaria chorando vendo no que se transformou aquilo que ele mesmo começou, não tenho dúvidas, Lutero guspiria na cara dos protestantes de hoje em dia.

Colocarei algumas palavras de Lutero referentes a Bem Aventurada:

A virgindade perpétua de Maria:

Segundo Lutero, Jesus Cristo era filho único de Maria e seus irmãos eram primos, ele também não deixa de mencionar que na cultura Hebraica primos eram tratados como irmãos.            

Cristo era o único filho de Maria. Das entranhas de Maria, nenhuma criança além dEle. Os ‘irmãos’ significam realmente ‘primos’ aqui: a Sagrada Escritura e os judeus sempre chamaram os primos de ‘irmãos’.” (Martinho Lutero, Sermões sobre João 1-4, 1534-39)

“Cristo, nosso Salvador, foi o fruto real e natural do ventre virginal de Maria. Isto se deu sem a cooperação de um homem, permanecendo virgem depois do parto.” (Martinho Lutero, idem)

"Virgem antes, no, e depois do parto, que está grávida e dá à luz. Este artigo (da fé) é milagre divino" (Lutero, já no fim de sua vida: [FiM95], pg.1122 Sermão Natal 1540: WA 49,182)

"Ele, Cristo, nosso Salvador, era o fruto real e natural do ventre virginal de Maria ... Isto aconteceu sem a participação de qualquer homem e ela permaneceu virgem mesmo depois disso" (Lutero, "Sermões sobre João", cap. 1 a 4, 1537-39 dC)

"Creio firmemente que Maria, conforme as palavras do Evangelho que afirmam que de uma Virgem nos nasceria o Filho de Deus, permaneceu sempre pura e intacta Virgem durante e depois do nascimento de seu Filho" (Ulrich Zwinglio, citado em "Corpus Reformatorum" v.1, p.424)

Maternidade divina de Maria:

Como todo o devoto de Maria, Lutero afirma com todas as letras que a Bem Aventurada era Mãe de Deus. Lutero também não deixa de alfinetar Nestório e seus Nestorianos ao afirmar que não existe dois Cristos (Cristo Homem e Cristo Deus).     

“Deus diz: ‘o filho de Maria é meu Filho somente.’ Desta forma, Maria é a Mãe de Deus.” (Martinho Lutero, Ibidem)

“Deus não recebeu sua divindade de Maria; todavia, não segue que seja conseqüentemente errado afirmar que Deus foi carregado por Maria, que Deus é filho de Maria, e que Maria é a Mãe de Deus. Ela é a Mãe verdadeira de Deus, a portadora de Deus. Maria amamentou o próprio Deus; ele foi embalado para dormir por ela, foi alimentado por ela, etc. Para o Deus e para o Homem, uma só pessoa, um só filho, um só Jesus, e não dois Cristos. Assim como o seu filho não são dois filhos… Mesmo que tenha duas naturezas.” (Martinho Lutero, “Nos Conselhos e na Igreja”, em 1539)

“Esta é a consolação e a transbordante bondade de Deus, que Maria seja sua verdadeira mãe, Cristo seu irmão, Deus seu Pai... Se acreditares assim, então estás de verdade no seio da Virgem Maria e és seu querido filho." (Lutero, Kirchenpostille, ed. Weimar, 10.1, p. 546.)

"Por isso em uma palavra compendia-se toda a sua honra: quando se a chama mãe de Deus, ninguém pode dizer dela maior louvor. E é preciso meditar em nosso coração o que significa ser mãe de Deus." (Lutero, Comentário ao Magnificat, de 1521, [FiM95], pg.1121. Sermão, 1522:WA 7,572)

Imaculada Conceição:

O mais engraçado e que me deixa totalmente confuso com a divisão protestante, são as suas contradições, pois os protestantes dizem que a doutrina da Imaculada Conceição só foi inventada a partir de seu dogma em (1854), segundo os teólogos protestantes, antes de (1854) ninguém acreditava na doutrina da Imaculada Conceição, sendo assim, a crença protestante é de que uma doutrina só passa a existir depois que é proclamado seu dogma; porém Lutero em 1527 já pregava a doutrina da Imaculada Conceição séculos antes do seu dogma ser proclamado, alguns teólogos protestantes como Arthur Carl Piepkorn (1907-1973) mantêm a aceitação do dogma da Imaculada Conceição a partir dos escritos de Lutero.

É uma doce e piedosa crença esta que diz que a alma de Maria não possuía pecado original; esta de que, quando ela recebeu sua alma, ela também foi purificada do pecado original e adornada com os dons de Deus, recebendo de Deus uma alma pura. Assim, desde o primeiro momento de sua vida, ela estava livre de todo pecado" (Lutero, Sermão sobre o Dia da Conceição da Mãe de Deus de 1527)

“É uma opinião doce e piedosa que a infusão da alma de Maria ocorreu sem o pecado original; de modo que, ao infundir a sua alma imune ao pecado original, foi adornada com presentes de Deus, recebendo uma alma pura, infusa por Deus; assim, desde o primeiro momento em que começou a viver ela esteve livre de todo o pecado.” (Sermão: “No dia da concepção da Mãe de Deus,” Dezembro [?] 1527, de Hartmann Grisar, S.J. Luther, da tradução da versão do alemão para o inglês por E.M. Lamond, editado por Luiggi Coppadelta, Londres: Kegan Paul, trincheira, Trubner, primeira edição, 1915, Vol. IV [ de 6 ], p. 238; revisado por Werke alemão, Erlangen, 1826-1868, editado por J.G. Plochmann e J.A. Irmischer, editado por L. Enders, Francoforte, 1862 ff., 67 volumes; citação 15 2 , p. 58)

É cheia de graça, proclamada para ser inteiramente sem pecado, algo tremendamente grande. Para que fosse cheia pela graça de Deus com tudo de bom e para fazê-la vitoriosa sobre o diabo.” (Martinho Lutero, Livro Pessoal de Oração, 1522)

Parece-me que Lutero tinha visões do futuro, só pode, pois ele acreditava em uma doutrina que segundo os protestantes, só foi criada três séculos depois da rebelião. Incrível isso! 

Veneração à Maria:

Bem, sendo ele devoto de Maria, Lutero venerava a Mãe de Deus, doutrina totalmente repudiada pelos filhos da serpente.  

A veneração de Maria está inscrita no mais profundo do coração humano.” (Martinho Lutero, Sermão em 1º de setembro de 1522.)

“Maria é a mulher mais elevada e a pedra preciosa mais nobre no Cristianismo depois de Cristo… Ela é a nobreza, a sabedoria e a santidade personificadas. Nós não poderemos jamais honrá-la o bastante. Contudo, a honra e os louvores devem ser dados de tal forma que não ferem a Cristo nem às Escrituras.” (Martinho Lutero, Sermão na Festa da Visitação em 1537.)

“Nenhuma mulher é como tu! És mais que Eva ou Sara, sobretudo, pela nobreza, bem-aventurança, sabedoria e santidade!” (Martinho Lutero, Sermão na Festa da Visitação em 1537.)

Devemos honrar Maria como ela mesma desejou e expressou no Magnificat. Louvou a Deus por suas obras. Como, então, podemos nós a exaltá-la? A honra verdadeira de Maria é a honra a Deus, louvor à graça de Deus. Maria não é nada para si mesma, mas para a causa de Cristo. Maria não deseja com isso que nós a contemplemos, mas, através dela, Deus.” (Martinho Lutero, Explicação do Magnificat, em 1521.)

"Quem são todas as mulheres, servos, senhores, príncipes, reis, monarcas da Terra comparados com a Virgem Maria que, nascida de descendência real (descendente do rei Davi) é, além disso, Mãe de Deus, a mulher mais sublime da Terra? Ela é, na cristandade inteira, o mais nobre tesouro depois de Cristo, a quem nunca poderemos exaltar bastante (nunca poderemos exaltar o suficiente), a mais nobre imperatriz e rainha, exaltada e bendita acima de toda a nobreza, com sabedoria e santidade" (Lutero, Comentário ao Magnificat)

"Não há honra, nem beatitude, que se aproxime sequer, por sua elevação, da incomparável prerrogativa, superior a todas as outras, de ser a única pessoa humana que teve um Filho em comum com o Pai Celeste." (Lutero, Deutsche Schriften, 14, 250)

"Maria é a maior e a mais nobre jóia da Cristandade logo após Cristo... Ela é nobre, sábia e santamente personificada. Jamais conseguiremos honrá-la suficientemente."
(Lutero, Sermão do Natal de 1531)

Intercessão de Maria e de todos os Santos:

E como não poderia faltar, um verdadeiro devoto de Maria, pede a intercessão da Bem Aventurada e de todos os Santos.

"Ninguém nunca se esqueça de invocar a Virgem e os santos pois eles podem interceder por nós." (Lutero, Prep. ad mortem)

A Igreja Luterana no (Manifesto de Dresden), se propõe a voltar à suas origens e propagar todo o seu amor e devoção a Bem Aventurada, assim como Lutero o fazia, sabendo que tal devoção foi retirada do quadro doutrinal da Igreja Luterana por causa da propagação dessas seitas protestantes ditas pentecostais, tais seitas usavam o nome de Lutero sem ao menos saber quem foi Lutero. Nesse manifesto os Luteranos se propõe a examinar corretamente as Aparições Marianas e aceitá-las.     

Pequeno trecho do "Manifesto de Dresden" (05/1982)

"Somente Deus pode permitir que Maria se dirija ao mundo, através de aparições. Cristãos Evangélicos da Alemanha, deveremos talvez continuar a opor-lhes recusa e indiferença? Temos o direito de examinar tais fatos. Seria o cúmulo da tolice ignorarmos a voz de Deus que fala ao mundo, pela mediação de Maria, e dar-lhe as costas, unicamente, porque Ele faz ouvir sua voz através da Igreja Católica

No mesmo manifesto, Teólogos Protestantes Alemães afirmam que a Igreja Católica é a única que cumpre perfeitamente a profecia Bíblica onde diz: (Todas as gerações proclamarão Maria Bem Aventurada até o fim dos tempos).

Pequeno trecho do "Manifesto de Dresden" (05/1982)  

”No seu Magnificat, Maria declara que todas as gerações a proclamarão bem-aventurada até o fim dos tempos. Todos nós verificamos que esta profecia se cumpre na Igreja Católica e, nestes tempos dolorosos, com intensidade sem precedentes. Na Igreja Evangélica, tal profecia caiu em tão grande esquecimento que dificilmente se encontra algum vestígio da mesma."

Quando vemos a Igreja Luterana se propondo voltar à suas origens, é porque a coisa está feia mesmo no protestantismo.

Lutero acreditava:

  • Maternidade Divina de Maria. 
  • Virgindade Perpétua de Maria.
  • Imaculada Conceição.

Para Lutero Maria era:

  • A maior jóia depois de Jesus Cristo.
  • Mulher totalmente venerável.
  • Nossa intercessora ao lado dos Santos e Santas.

Então fica a pergunta:

De onde vieram as serpentes protestantes que tentam dar uma abocanhada certeira no calcanhar da Bem Aventurada?

Voltem para casa luteranos, a Igreja única de Jesus Cristo estará de braços abertos para recebê-los novamente. Desde que a conversão seja de coração.

Autor: Cris Macabeus.

Referencias bibliográficas:

Martinho Lutero, Sermões sobre João (1534-39).

Sermão Natal (1540).

Ulrich Zwinglio, citado em Corpus Reformatorum.

Martinho Lutero, Nos Conselhos e na Igreja (1539).

Lutero, Kirchenpostille, ed. Weimar.

Lutero, Comentário ao Magnificat (1522).

Lutero, Sermão sobre o Dia da Conceição da Mãe de Deus de (1527)

Martinho Lutero, Livro Pessoal de Oração, (1522).

Martinho Lutero, Sermão em 1º de setembro de (1522).

Martinho Lutero, Sermão na Festa da Visitação em (1537).

Lutero, Deutsche Schriften.

Lutero, Sermão do Natal de (1531).

Manifesto de Dresden (05/1982).

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